terça-feira, 2 de outubro de 2012

O casal curtiu o dia de sol na Barra da Tijuca
Nathalia Dill é clicada com o namorado em praia do Rio

Nathalia Dill aproveitou esta segunda-feira (1), para curtir o namorado, Caio Sóh, durante um passeio na praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

A atriz, que está em Avenida Brasil, não tirou o vestido, mas deitou na areia junto com o namorado, com quem trocou beijos e carinhos. (AR)


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segunda-feira, 24 de setembro de 2012


Após ser cotada para protagonizar a primeira novela do horário nobre de Walcyr Carrasco, Nathalia Dill voltará às novelas em "O Pequeno Buda" (título provisório), na faixa das seis. A interprete da Débora de "Avenida Brasil", no entanto, não quer fazer mais uma mocinha na TV.

Ela demostrou seu desejo de interpretar a vilã da trama, que já conta com Bruno Gagliasso, Mel Maia, Luiza Valdetaro, Cauã Reymond, Luiz Fernando Guimarães, Paula Burlarmaqui, Carmo Dalla Vecchia, entre outros. Dil interpretou uma vilã apenas em 2007, quando viveu a Débora Rios em "Malhação". De lá pra cá, ela interpretou 4 mocinhas, sendo duas protagonistas de novela das seis.

A dupla Duca Rachid e Thelma Guedes ainda não definiu o papel da atriz. Portanto, a possibilidade dela viver uma vilã é grande. "O Pequeno Buda", que substituirá "O Caribe é Aqui" a partir de setembro de 2013, terá a mesma equipe de "Avenida Brasil", comandada por Ricardo Waddington.

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sábado, 8 de setembro de 2012


Nathalia Dill chegou atrasada ao show de Alanis Morissette na noite desta sexta-feira, 7, no Citibank Hall, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. A atriz, a Débora da novela "Avenida Brasil", surgiu nos camarotes quando a cantora canadense já tinha soltado a voz em três músicas. Nathalia veio correndo para não perder mais um só lance da única apresentação da turnê "Havoc and Bright Lights". O show de Alanis tem a duração de uma hora e 40 minutos.

Nathalia Dill curte show de Alanis Morissette no Rio (Foto: Graça Paes/Photo Rio News)
Nathalia Dill curte show de Alanis Morissette no Rio (Foto: Graça Paes/Photo Rio News)
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sábado, 2 de junho de 2012



Nathalia Dill, a Débora de 'Avenida Brasil', prioriza a saúde sempre, mesmo que ela esteja acima da vaidade. 'Tem gente que está maquiada todo dia, mas ao mesmo tempo sacrifica a pele', explica a atriz que dá dicas para uma beleza saudável

Nathalia Dill (26) se preocupa com a vaidade, mas não é daquelas que abre mão de sua saúde em nome da beleza a qualquer custo. Intérprete da romântica Débora na novela Avenida Brasil, a atriz, que está sempre linda em cena, gosta de tomar alguns cuidados essenciais para seu bem-estar.

"Eu sempre penso no conceito de vaidade, e para mim ele está ligado à saúde. Prefiro não usar maquiagem no dia a dia e ficar mais saudável. Tem gente que está maquiada todo dia, mas ao mesmo tempo sacrifica a pele", exemplifica a atriz cujo cardápio é pontuado por alimentos orgânicos que ajudam na boa forma do corpo. "Isso que dá saúde".

Chá e frutas não podem faltar em sua refeição. Corrida, pilates e ioga ajudam a manter a forma e seu equilíbrio do corpo. Além disso, tônicos e adstringentes auxiliam no cuidado diário na pele. "Dormir de maquiagem é um tiro no pé!", aconselha a bela que, para o cabelo, prefere usar xampu de reconstituição capilar e faz hidratação pelo menos duas vezes por semana. "Gosto de passar babosa na ponta dos cabelos", sugere. 

Confira essas e outras dicas de Nathalia para ter uma beleza saudável:

1 – Tomo muito chá. O corpo sempre retém muito líquido e o corpo ajuda a desintoxicar.

2 – Na minha alimentação não faltam frutas e alimentos orgânicos. Consigo sentir a diferença até no gosto.

3 – Prefiro sempre comer várias porções ao longo do dia. Faço isso naturalmente.

4 – Não tenho nenhum tipo de restrição alimentar. Se exagero em alguma refeição, corto calorias da outra

5 – Um exercício que estou tentando seguir é corrida. Achei que nunca fosse conseguir.

6 – Também curto muito ioga e pilates. Hoje em dia tem aulas mais dinâmicas, que puxam mais para o aeróbico.

7 – Como minha pele é sensível e oleosa, sempre tenho muito cuidado com a limpeza. Passo tônicos e adstringentes. Dormir de maquiagem é um tiro no pé

8 – Quando não estou trabalhando, tento não colocar maquiagem, não faço escova e deixo as unhas descansarem do esmalte. Isso que dá saúde!

9 – Também compro xampus de reconstrução capilar e faço hidratação nos cabelos duas vezes por semana.

10 – Uma boa receita caseira é babosa. Gosto de passar nas pontas do cabelo.
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domingo, 27 de maio de 2012

Nathalia interpreta Débora na novela Avenida Brasil Foto: Andre Muzell/AgNews

A corrida contra o câncer de mama reuniu alguns famosos na manhã deste domingo (27). A atriz Nathalia Dill, que interpreta Débora na novela Avenida Brasil, acordou cedo e vestiu a camisa para participar do evento que aconteceu no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro.

Além dela, outros famosos como Dudu Azevedo, Daniela Escobar, Marcelo Valle, Rafael Zulu, Felipe Titto e Bernardo Velasco também marcaram presença na corrida.
 

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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Nathalia Dill curte barzinho com o namorado

A atriz Nathalia Dill foi clicada na noite de quarta-feira (23) curtindo um barzinho com o namorado, o compositor Caio Sóh, e alguns amigos.

Atualmente, Nathalia está no elenco de Avenida Brasil, onde interpreta a acrobata Débora, par romântico de Jorginho (Cauã Reymond). (AR)
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quarta-feira, 2 de maio de 2012


Paraísos Artificiais dá porrada com trama e beija com atuação de Nathalia Dill

Nathalia Dill - Foto: Divulgação

A atriz Nathalia Dill está surpreendente em "Paraísos Artificiais", filme em que vive e DJ Érika, sua primeira protagonista no cinema.

No elenco de um dos longas mais perturbadores da historia recente do cinema jovem brasileiro estão Nathalia Dill, Luca Bianchi, Lívia De Bueno, Bernardo Melo Barreto, Cesar Cardadeiro, Divana Brandão, Roney Vilela, Emilio Orciollo Neto, Cadu Fávero e Erom Cordeiro.

A produção é dos mesmos que assinaram Tropa de Elite I e II. No filme a historia é permeada por sexo, drogas e raves, banhados a muita música eletrônica.

Mas se engana que pensa que este ar festivo deixa o clima mais leve, é nessa submissão ao prazer que surgem os dramas e se mostram as escolhas feitas e o preço de cada uma.

Atualmente no elenco da novela "Avenida Brasil", Nathalia contou em entrevista ao site da Globo Filmes histórias divertidas dos bastidores das gravações do longa.

Nathalia Dill comentou as cenas de sexo e nudez que fez para o longa: "É arte. Você tem de se expor mesmo". Coprodução Globo Filmes, "Paraísos Artificiais" estreia dia 4 de maio.

Confira abaixo a reprodução da entrevista de Nathalia Dill:

Como você avalia essa primeira experiência como protagonista no cinema?

A primeira vez que entrei em um set de filmagem foi em "Tropa de Elite", como parte do elenco de apoio. A equipe, que eu já admirava, era a mesma que fez "Paraísos Artificiais". Ocupar um espaço diferente nesse mesmo ambiente quatro anos depois foi muito legal. Um misto de conquista, sonho realizado, prazer enorme. Além disso, o cinema proporciona uma liberdade e tem uma poesia que dão muito prazer.

Você já fez teatro e tem uma carreira sólida na TV. Como enxerga a possibilidade de ampliar o seu campo de atuação?

Eu vim do teatro – fiz faculdade de direção teatral na UFRJ –, passei pela TV e, agora, também pelo cinema. O fato de estar fazendo cinema me permite falar com outros espectadores e tornar-me uma artista mais completa. Mas nunca quis deixar o teatro de lado. Não o acho menos importante pelo fato de atingir um público menor. No meu caso, bem menor, porque minhas peças foram um fracasso (risos).

O que você conhecia sobre o universo da música eletrônica? Viver a Érika mudou a sua maneira de enxergá-lo?

Não conhecia absolutamente nada. Tinha muito preconceito. Não ouvia e nem entendia. Aquilo não fazia o menor sentido para mim. Eu me perguntava: "Mas por que essa música?" (risos). Gosto muito de canção, de rock, samba, letra, palavra. E mudou tudo. Na profissão de ator, você pode conhecer, estudar e se abrir para as coisas. O filme me colocou nesse ambiente de música eletrônica e trouxe informações, filmes, músicas e ideias. Acabei entendendo e, hoje, respeito a música eletrônica. Ouço e até curto agora (risos). Outro dia, uma tia veio perguntar: "Que música é essa?". Disse para ela – não sei se falei besteira – que o trance vem de "transe" porque é um ritmo visceral. Você se deixa levar e a música te transporta para outro lugar. A rave tem muito disso. Estar aberto a isso no meio da natureza e no ritmo daquelas batidas pode proporcionar uma experiência mais sensorial do que intelectual.

Sua personagem é uma promissora DJ. Você aprendeu a discotecar?

Conheci o DJ Franklin, que me explicou toda a história da música eletrônica e me colocou para brincar no equipamento. Mas é muito difícil (risos). Ele me deu o vídeo de um episódio de um programa em que uma mulher que tocava música clássica penava para aprender a discotecar em uma semana. Se para ela, que entende de música, foi difícil, imagina para mim. Dá para mixar coisas simples, como botar alguém para falar no meio da música. Também entendi a mesa, onde ficam o grave, o médio e o agudo. Mas não dá pra botar som. Ele falava: "Aumenta o médio. Tira o agudo". Mas eu não conseguia fazer no ritmo (risos).

 

A Érika consome drogas pouco conhecidas, como o peiote e o GHB, e as cenas ilustram os efeitos dessas substâncias. Você fez alguma pesquisa para saber como elas atuam na consciência?

Não pesquisei como as pessoas reagem ao consumir drogas. Fomos por outro caminho. Tem a cena em que a Érika tem uma "bad trip" e a Lara tem uma "good trip" depois de tomar peiote. Resolvemos pensar no que seria uma bad trip para mim, quais seriam os meus medos e o que me tiraria o chão. Não sei o que acontece quando uma pessoa toma peiote. Só descobri que isso faz parte da tradição dos índios americanos. A cerimônia do peiote é de autoconhecimento.

 

E o que seria uma bad trip para você?

Pensei no que tenho e poderia perder. Meus familiares, minha casa, minha profissão.

Durante a filmagem de uma dessas cenas, você quase foi atacada por um búfalo…

Eu quase morri várias vezes (risos). Mas foi culpa minha. Os búfalos já estavam meio irritados e eu entrei numa de ir lá falar com um deles. Cheguei perto demais. Engraçado que, como estávamos fazendo a cena da bad trip, eu estava sem blusa – era para estar totalmente nua, mas a calça era bonita e resolveram deixar. Nisso, o búfalo veio para cima de mim e um dos rapazes que tomava conta deles o parou com um cajado. Aí, eu fui abraçar o cara e agradecer (risos). Tem uma imagem dele me olhando meio constrangido (risos) enquanto eu agradecia sem me dar conta. Você esquece que está nua. Espero que tenha sido legal para ele (risos). Também fomos filmar um amanhecer no Arpoador, no Rio, e uma onda me encharcou. Tivemos de esperar até o anoitecer para fazer a cena.

Em determinados momentos do filme, a Érika fica sozinha. Você acha que ela é feliz assim?

Ela e o Nando se encantam em diferentes momentos. Quantas pessoas nós encontramos e nunca mais vemos? O filme joga muito com o acaso e a coincidência, o que eu acho bonito. A vida tem mesmo os seus acasos. Em nenhum momento ela o buscou ou deixou de viver sem ele, mas aceitou o acaso. Você pode acreditar em destino, mas, estando escrito nas estrelas ou não, você segue o seu curso.

Foi difícil fazer cenas de sexo ousadas em "Paraísos Artificiais"?

O Marcão perguntou, lá no início, se eu tinha problema com nudez. Eu não tenho esse problema. Não gosto é da ideia de explorar o meu corpo em prol de outra coisa que não a arte. Uma coisa é posar nua e ganhar uma grana para isso, outra, totalmente diferente, é fazer um filme com sexo, embora haja filmes e filmes, e ensaios e ensaios. Fazer as cenas de nudez e sexo foi tão difícil quanto a da bad trip, a do trem – que foi muito angustiante. Mas assistir depois de um tempo, de volta à sua casa, é muito louco (risos). Você fala: "Caramba, que loucura!". Não tem como dizer que é tranquilo ver as cenas ao lado do meu avô, da minha avó, dos meus pais e amigos. Óbvio que não é! Nessa hora, você fala: "Fiz isso, gente…" (risos). Mas, no momento de atuar, não dá pra ficar pensando: "Putz, meu avô vai ver!". É arte. Você tem de se expor mesmo. Havia uma grande confiança no Marcos e na equipe. Eu sabia que ficaria algo de bom gosto.

Como você classificaria as cenas de sexo do filme?

As cenas são corajosas. Elas não mostram o pudor dos atores e nem do diretor. Além disso, fazem sentido, têm a ver. Não é um filme pornô, mas um filme que tem cenas de sexo por motivos específicos. Em uma, você vê a química dos dois, em outra, o amor ou uma amizade louca. "Paraísos Artificiais" traz um pouco da experiência sensorial vivida no movimento rave, então faz sentido trazer um pouco do transe da música, do barato do peiote e do prazer do sexo. A ideia do Marcão era deixar as pessoas sentirem.


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